O Programa Fantástico deste domingo apontará as irregularidades da campanha à reeleição de José Melo

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Manaus – Logo após a revista veja divulgar uma matéria  mostrando o esquema de compra de votos envolvendo coronéis da policia militar do amazonas, agora o programa da Rede Globo de Televisão Fantástico, vai explorar de forma detalhada o inquérito instaurado pela Polícia Federal para apurar, entre outras questões, indícios do uso da Polícia Militar do Amazonas durante o processo eleitoral que resultou na reeleição do governador José Melo (Pros), em 2014.

Veiculada neste sábado, 4,a chamada da matéria que vai ao ar neste domingo dia,5, o jornalista Maurício Ferras entrevista PMs, que relatam ter obedecido ordens para apreender material de campanha do então opositor, senador pelo PMDB, Eduardo Braga, e efetuar punição durante blitz realizadas nas ruas da capital, somente  aos motoristas e apoiadores do concorrente a eleição, cobrando dinheiro e apreendendo os carros.

É destacada na notícia principal missão dos policias,  que nesse caso era  inverter o resultado das eleições, para garantir vitória do atual governador, em desvantagem da segurança da população.

Em publicação em maio deste ano a Revista veja ressaltou em reportagem o título “O enredo de uma batalha eleitoral”, revelando detalhes do Inquérito 722/2014, da Polícia Federal, que investigou irregularidades praticadas na campanha à reeleição de Melo e do vice-governador Henrique Oliveira (SDD). A publicação considerou o inquérito “um autêntico manual de como usar a máquina do Estado e o poder econômico para ganhar a eleição”.

Tendo a ilustração com a foto do governador e do Comandante –geral da Polícia Militar, Marcus James Frota, que afastou- se do cargo por sua própria vontade, logo após a publicação do material, pelo motivo deste inquérito, a reportagem mostrará como o oficial da  PM , uso de sua autoridade para comandar e interferir no processo eleitoral.

Melo foi cassado no início do ano pelo TRE-AM (Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas) acusado de compra de votos, em um processo impetrado pela coligação de Eduardo Braga, mas recorreu da decisão e se mantém no cargo atualmente esperando o julgamento de recurso no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Pelo menos outros 20 processos tramitam no TRE do Amazonas com pedido de cassação do governador José Melo.

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