Amazonino diz que povo está refletindo sobre quem ameaça o futuro do Amazonas

Manaus – Na reta final do segundo turno, o candidato Amazonino Mendes (PDT), da coligação “Eu voto no Amazonas”, destacou nesta segunda-feira (22/10), que a população já reflete sobre o futuro do Amazonas. “Negão” ressaltou que o eleitor observa atentamente sobre quem esconde apoiadores – que destruíram a máquina administrativa com esquemas de corrupção – e quem governa pensando no futuro e no desenvolvimento de todas as cidades amazonenses.

“Há um outro fenômeno. Começou-se a refletir. E o que está ocorrendo é a elucidação da verdade, a busca da segurança, da administração efetiva, do bem-estar da população. O povo começou a imaginar como seria a vida com um despreparo administrativo, com a incompetência administrativa”, disse o candidato.

Reconhecido em todo o estado por ter criado a Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Amazonino salientou que o eleitor assiste as denúncias envolvendo uma candidatura, no Amazonas, com certa preocupação, uma vez que se teme voltar ao passado com a crise que assolou o estado.

Foto: Clóvis Miranda

“E o que é mais grave. O que está surgindo, coisas estranhas no processo. Aquelas, iminências pardas, por trás das candidaturas, ameaçando o erário, ameaçando os recursos públicos, e não apenas isso, constituindo as famosas igrejinhas que ficam todos os recursos públicos e levam o estado a bancarrota. O povo está refletindo. É um sinal de maturidade. Isso valoriza muito a democracia. É o que estou sentindo nessa reta final de campanha”, comentou o candidato.

Responsável por investir mais de R$ 1,5 bilhão em todas as cidades, Amazonino justificou novamente que não é candidato por vaidade e nem para obter bens materiais.

“O que é a minha candidatura? É fruto exclusivo do meu egoísmo? Da minha vontade de ser governador? Da vaidade de obter bens materiais? Não! A minha candidatura é por vocês, pelo estado. Senão, estaria descansando, vivendo a minha vida, uma situação de menos preocupação, um direito natural, de terminar os seus dias em paz, que todo mundo almeja. Mas jamais eu teria essa paz se eu não cumprisse com o meu dever que está aqui dentro (cérebro)”, finalizou o candidato, que governa o Amazonas pela quarta vez.

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