Deputado quer instituir a mordaça nos professores do Amazonas

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Manaus – Platiny Soares deputado estadual  pelo (DEM) copiou o projeto de lei que foi condenado pelos professores, pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação e pela Secretária de Educação do Estado de Alagoas por punir professores que emitirem opinião sobre política e religião dentro da sala de aula.

Com um texto em tom de censura, o “Programa Escola sem partido”, nome dado à proposta apresentada por Platiny na ALE-AM, repete letra por letra o projeto “Escola Livre”, de Alagoas.

Mas avança no campo da intolerância e da homofobia. Lembrando que o estado do Amazonas tem um  índice elevado de crimes contra homossexuais, a proposta acrescenta um tópico que impede também a discussão de questões que envolvam orientação sexual nas salas de aula da rede pública e nas faculdades.

A matéria foi publicada ontem pela Mesa Diretora e vai percorrer as  comissões técnicas da ALE-AM em três dias para depois ser  levada à votação em plenário.

Um outro trecho ainda diz que o educador será impedido de usar “da inexperiência, da falta de conhecimento ou da imaturidade dos alunos, com o objetivo de cooptá-los para qualquer tipo de corrente específica de religião, ideologia ou político-partidária”.

Na justificativa do projeto, o deputado diz que é notório que alguns professores e autores de livros didáticos utilizam de suas aulas e de suas obras para tentar obter a adesão dos estudantes a correntes políticas e ideológicas e “para fazer com que eles adotem padrões de julgamento e de conduta moral – especialmente moral sexual”.

Segundo professores ouvidos pelo Expresso.

“É uma lei que não faz sentido. Ainda mais nos tempos de hoje em que o aluno tem acesso a vários pensamentos na internet. A escola não doutrina. Essa história de imposição de socialismo é uma loucura”, finaliza.

 

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