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Com 100% dos ônibus parados, líder dos rodoviários chama prefeito de “sem moral”


Manaus – No início da tarde desta sexta-feira(01) o Ministério Público do Estado do Amazonas (MP-AM) ingressou na Justiça com uma Ação Civil Pública em caráter de urgência pedindo a normalização dos serviços de transporte coletivo em Manaus. Além disso o órgão pede a responsabilização e pagamento de multa no valor de R$ 100 mil por hora de atraso da Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU), do Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram), dá Prefeitura de Manaus e do Sindicato dos Trabalhadores de Transporte Rodoviários de Manaus (STRRM).

Por outro lado o presidente do Sindicato dos Trabalhadores de Transporte Rodoviário responsabilizou o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto(PSDB) pela crise no transporte público da capital. “Eu nunca vi um prefeito tão sem moral, que não consegue gerencia as empresa de transporte que ele controla e não tem poder algum sobre os empresários do transporte coletivo”, declarou Givancir Oliveira.

Além disso o presidente do Sindicato dos Trabalhadores de Transporte Rodoviário afirmou que os trabalhadores estão “indignados pelo fato de não terem seus direitos trabalhistas preservados pelos empresários do transporte público”.

Em nota, a Prefeitura de Manaus lamentou o comentário inapropriado do representante do Sindicato dos Rodoviários e informou que preza pelo dever legal de zelar pelo bem da cidade e sua população, o prefeito Arthur Virgílio Neto juntamente com os técnicos do Município continuarão trabalhando arduamente para ajudar nas negociações para que o transporte volte a ser oferecido a quem dele necessitar.  Na manhã dessa sexta-feira 100% da frota dos ônibus de Manaus pararam de rodar prejudicando mais 750 mil pessoas.

 


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