Jovens ameaçam cometer ataques em escolas de Manaus e mobilizam ação da polícia

Manaus – Um dia após o massacre na Escola Estadual Professor Raul Brasil, em Suzano, na Grande São Paulo. A Polícia Militar do Amazonas junto com à Delegacia Especializada em Apuração de Atos Infracionais precisou agir em dois casos de jovens que cometeriam ataques semelhantes em instituições de ensino da capital amazonense. 

O primeiro caso ocorreu no Instituto de Educação de Amazonas (IEA). Gestores da escola acionaram a polícia, durante a manhã de ontem, um dia após os ataques em Suzano, após um aluno de 17 anos divulgar no WhatsApp que promoveria um ataque na instituição. O estudante de 17 anos foi levado por policiais militares à Delegacia Especializada em Apuração de Atos Infracionais acompanhado dos pais e do gestor pedagogo da instituição. Ele prestou esclarecimento e assinou um Boletim Circunstanciado de Ocorrência por ato infracional análogo ao crime de ameaça. 

O segundo caso aconteceu também na quinta-feira, em Manaus. O estudante de 16 anos postou em seu Facebook que iria promover um ataque na Escola Estadual Prof. Sebastião Augusto Loureiro Filho, no bairro Santa Etelvina. O adolescente foi apreendido logo após postar fotos em redes sociais fazendo apologia ao massacre. 

A postagem do adolescente causou desespero nos pais dos alunos da escola Estadual e diversas pessoas entraram em contato à Delegacia Especializada em Apuração de Atos Infracionais. Ele vai responder por ato infracional análogo ao crime de ameaça. 

Foto Reprodução: Facebook

Em nota, a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) ressaltou que, mesmo diante das ameaças, nenhum ato foi concretizado e não houve registro de agressões nas dependências das escolas citadas. 

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