Policial Militar é preso por se recusar a assinar livro de férias


Manaus – O soldado Hernandes Menezes Soutelo foi foi preso e recolhido por seu superior, o tenente coronel Saunier, comandante do Batalhão de Guardas (BPG), na última quarta-feira, em Manaus.

Segundo informações da Associação dos Praças do Estado do Amazonas (Apeam), o soldado  se negou assinar o documento de férias, pois no mesmo dizia que ele havia recebido todos os direitos, como remuneração equivalente às férias.

Segundo o soldado ele não havia recebido remuneração de férias e por esse motivo, se recusou a assinar o documento.

Foi quando o tenente coronel Saunierr, junto com o comandante da Diretoria de Justiça e Disciplica da Polícia Militar (DJD), coronel Hidelberto, deram voz de prisão à ele.

Em nota a PM informou que  o soldado já respondia a procedimentos administrativos.

Confira a nota na integra

A Polícia Militar do Amazonas informa que, na tarde da última terça-feira (12), chegou ao conhecimento do Oficial de Plantão de Polícia Judiciária Militar, por volta das 12h00min, que na sede do Batalhão de Guardas da Polícia Militar, o Soldado Hernandes Menezes Soutelo recebera voz de prisão do Comandante da Unidade, Tenente Coronel Saunier, por desacato a superior, crime capitulado no art. 298, do Codigo Penal Militar.

O Soldado, que já respondia a procedimentos administrativos, negou-se a receber documentações previstas no Regulamento Disciplinar da PMAM, bem como deixou de cumprir ordens diretas para a correção de sua conduta, afrontando e debochando do Tenente Coronel, desrespeitando a autoridade constituída na figura do Comandante do Batalhão de Guardas da Polícia Militar do Amazonas na frente de outros policiais militares, atentando assim contra os princípios basilares da instituição militar, a Hierarquia e Disciplina.

O militar foi conduzido à Diretoria de Justiça e Disciplina, onde foi ratificada a prisão e lavrada a Portaria 07.07/2016 referente ao Auto de Prisão em Flagrante. Os depoimentos do condutor e das testemunhas foram reduzidos a termo.

Após procedimentos burocráticos e perícia médica, o flagrante  foi efetuado e depois  levado ao Núcleo de Implantação do Presídio da Polícia Militar, onde permanece à disposição da Justiça.

 

 


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