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Professor acusado de matar advogada tenta suicídio em penitenciária


Curitiba – A defesa do professor Luis Felipe Manvailer, de 32 anos, acusado de matar a esposa, a advogada Tatiane Spitzner, de 29 anos, pede que ele seja transferido da Penitenciária Industrial de Guarapuava (PIG) para o Complexo Médico-Penal (CMP), em Pinhais, na Região de Curitiba, “para atendimento psiquiátrico e psicológico urgente”. Segundo a defesa, Manvailer teria tentado tirar a própria vida, na madruga deste domingo, 5.  Ele está em uma cela especial destinada a presos provisórios com ensino superior.

A advogada foi encontrada morta depois de cair do 4º andar do prédio onde morava com o marido, no Centro de Guarapuava, município a 252 quilômetros de Curitiba, na região central do Paraná. Imagens de câmeras de segurança do prédio mostraram que ela foi agredida durante 20 minutos por ele antes da queda.

Manvailer foi preso no mesmo dia da morte da advogada a 340 quilômetros de Guarapuava, em São Miguel do Iguaçu, quase na fronteria com o Paraguais. Ele é suspeito de ter matado Tatiane. Ele nega as acusações e diz que a mulher se jogou da sacada.

O professor foi denunciado por homicídio, fraude processual por alterar a cena do crime e cárcer e privado pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR).

O CMP é uma unidade penal de regime fechado, destinada a presos do sexo masculino e feminino, em cumprimeto de medida de segurança e/ou que necessitam de tratamento psiquiátrico e ambulatorial.

Segundo o Departamento Penitenciário do Estado (Depen) da Secretaria de Segurança Pública do Paraná (Sesp),  na data foi atestado que havia marcas no pescoço de Manvailer, mas que ele estaria bem fisicamente, porém com o estado emocional abalado.

*Com informações  Bem Paraná


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