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Protesto pede justiça pela morte de jovem decapitada


Manaus – Uma irmã de Jainy, que teria ajudado a organizar o protesto, não participou do protesto. Segundo uma vizinha, a moça teria recebido ameaça na manhã desta terça-feira. Ela não soube dizer à reportagem de quem ou de onde teria vindo a ameaça. As informações são do Portal Em Tempo.

De acordo com amigos presentes na manifestação, Jainy saiu na sexta feira (3), às 19h, após receber uma ligação do irmão, Isaque Santos, que estava foragido, após ser identificado como um dos envolvidos na morte do policial militar Paulo Portilho.  Os manifestantes ressaltaram que a moça não tinha envolvimento com o crime e que iria apenas tentar convencer o irmão a se entregar à polícia.

“A Jainy era querida por todos aqui. Nunca se envolveu com o crime. Ela chegou a usar drogas em épocas passadas, mas estava totalmente livre há mais de dois anos”, disse a pastora Cleudimar Queiroz, que fazia  acompanhamento da jovem na igreja.

Cleudimar disse que havia até contratado Michely para cuidar de sua filha dela (Cleudimar), com deficiência. ” Tristeza eu sentia pelo rumo que o irmão tomou na vida”, disse a pastora.

“Ela tinha muito medo do que poderia acontecer com ele. Infelizmente Isaque estava no lugar errado, na hora errada, quando o encontraram”. A mulher sugeriu, em seguida, que não descarta a possibilidade de Jainy tenha caído em uma emboscada.


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