Membro da “família real” vai ao STF contra decisão que favoreceu Dilma

Brasília – Um descendente da família real brasileira entrou com um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender a decisão do Senado de manter o direito da ex-presidente Dilma Rousseff de exercer cargos públicos.

A peça, protocolada nesta quinta-feira, tem como um dos apoiadores o empresário Luiz Philippe de Orleans e Bragança. Além de ser da realeza, o empresário é um dos líderes do movimento Acorda Brasil, favorável ao impeachment.

Na ação, o grupo pede para suspender a decisão do presidente do STF, Ricardo Lewandowski, de aceitar um destaque proposto pelo PT e “fatiar” as votações. O argumento é que isso “feriu de morte da Constituição Federal”.

 “A Constituição Federal foi rasgada! Primeiramente o destaque foi inconstitucional, pois a CF coloca como decorrência da cassação do mandato, a perda dos direitos políticos”, diz o texto.

Os impetrantes argumentam ainda que a Constituição não permite interpretação quanto à dissociação da perda do cargo em relação à inabilitação por oito anos para o exercício da função pública. “O impeachment e a inabilitação são indissociáveis”, dizem.

Por Estadão Conteúdo.

 

3 comentários em “Membro da “família real” vai ao STF contra decisão que favoreceu Dilma

  • 4 setembro, 2016 em 19:57
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    NA certa quer de volta à monarquia! Ah esse povo anda saudosista! Querem à ditadura! Querem o Império! E claro: à senzala também! Quanto retrocesso! Eu achava que se anda pra frente! !!

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  • 6 setembro, 2016 em 17:41
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    Luiz Philippe de Orleans e Bragança….VÁ TOMAR NO SEU RETO VAGABUNDO

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