Patixa Teló é agredido por autor de selfie em banheiro

Manau – Um novo episódio envolvendo o amazonense Antônio Luiz de Souza da Silva, 39, mais conhecido como “Patixa Teló”, pode virar caso de polícia. Nesta sexta-feira (2), Patixa disse ter sido agredida, na noite de quinta-feira (1º), pelo mesmo rapaz que fez uma selfie com ela dentro do banheiro de uma casa de show, localizada no bairro Chapada, Zona Centro-Sul de Manaus, no dia 22 de maio. Ela diz ter levado um soco no rosto ao sair do mesmo, onde fizeram as imagens dela.

De acordo com o amigo e empresário de Patixa, Edy Araújo, mais conhecido como “Edy Murphy”, o fato veio à tona, nesta sexta, nas redes sociais. “Eu estava trabalhando e fiquei sabendo, por meio de uma publicação no Facebook, que ela estava dizendo que tinha sido agredida. Cheguei em casa por volta das 17h, liguei pra ela e pedi que nos encontrássemos na minha casa. Estamos aguardando o advogado dela, que deve nos orientar sobre quais procedimentos deverão ser adotados sobre essa agressão”, informou.

Ainda segundo Edy, Patixa afirma que o autor da agressão é Carlos Ferreira da Cunha Júnior, 19, conhecido como “Periquita”. Ela afirma que foi ele e, inclusive, já o reconheceu em fotos. Eu já comprovei também por imagens que ele estava ontem nessa casa de show. Já liguei pra ele, pra tentar saber o que de fato aconteceu, mas as ligações não foram atendidas”, contou.

Assista:

Imagens constrangedoras

Na noite do dia 22 de maio, Patixa foi fotografada e filmadas enquanto usava o banheiro de uma casa de show, na Zona Centro-Sul. Posteriormente, o conteúdo foi divulgado nas redes sociais e o caso foi parar na delegacia.

Após o registro do Boletim de Ocorrência (B.O), no dia 23, no 12º Distrito Integrado de Polícia (DIP), um inquérito policial foi instaurado para investigar o caso de exposição nas redes sociais. No mesmo dia, o EM TEMPO conversou com um dos rapazes que apareceu nas selfies divulgadas na internet. Na época, ele afirmou estar arrependido pelo constrangimento que causou à Patixa, mas revelou sofrer ameaças após a repercussão do caso.

“Eu sei que as divulgações das imagens não foram certas, mas o que eu fiz foi apenas uma selfie e com o consentimento da Patixa. Eu pedi autorização. Eu jamais iria imaginar que isso iria me causar todo esse transtorno e eu seria apontado como autor do vídeo”, justificou Carlos acrescentando que estava com a consciência tranquila.

Investigação

O delegado Guilherme Torres, do Departamento de Repressão ao Crime Organizado (DRCO), relatou que o caso da divulgação das imagens de Patixa no banheiro é considerado crime de acordo com a 13.146/2015, Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). “Quando esse tipo de crime é através da comunicação social, a pena é de 2 até 5 anos de prisão”, relatou.

Na sede do 12º DIP, onde o caso foi registrado, as partes envolvidas aguardam os trâmites legais para apresentarem suas defesas e acusações. No entanto, o dia da audiência não foi revelado pela autoridade policial. Com informações Em Tempo.

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