Vizinho é preso por estupro e homicídio de menina achada morta em mala

Rio –  A Divisão de Homicídios da Polícia Civil indiciou o homem suspeito de estuprar e matar a menina Ágatha Nicole Silva Victorino, de 6 anos. A criança foi achada morta na quinta-feira (4), dentro de uma mala em um córrego na Rua Visconde de Santa Cruz, no Engenho Novo. As informações são do G1.

Alexandre da Sivla Alves, conhecido como Maluquinho, de 43 anos, foi preso com base em mandado de prisão temporária expedido pelo Plantão Judiciário a pedido da DH Capital, em ação coordenada pelo delegado Daniel Rosa.

Segundo os investigadores, Alexandre era vizinho da menina e a estuprou e agrediu dentro da própria casa, na Rua 24 de Maio, no Engenho Novo, na noite de quinta-feira (3).

Ainda de acordo com a polícia, Ágatha foi colocada ainda viva dentro de uma mala, lançada no córrego. A criança vítima foi encontrada morta com equimoses na cabeça e asfixiada por afogamento.

Alexandre da Silva Alves, o Maluquinho, de 43 anos, acusado de matar a menina Agatha Nicole Silva Victorino, de apenas 6 anos..

Segundo o delegado Fábio Cardoso, titular da Delegacia de Homicídios da Capital, o corpo foi encontrado já fora da mala, por causa da corrente de água.

A menina estava desaparecida desde a tarde de quinta, quando foi vista brincando no quintal. No final da noite, uma pessoa viu um desconhecido arrastar uma mala e depois jogá-la no rio. A testemunha estranhou a ação e ligou para a PM e para o Corpo de Bombeiros, que retirou o corpo de Agatha do rio por volta das 23h.

Durante entrevista a avó da menina, Edir Silva, disse que uma mulher disse à mãe da criança que viu o homem jogando uma mala no rio por volta das 22h.

“A minha filha saiu para procurar ela e apareceu uma moça e que falou que tinha visto um homem, um cracudo, jogar uma mala dentro do rio. Ela disse que fez estouro tão grande e ela correu pra ver e viu que tinha uma perninha, logo viu que era uma menina. Minha filha correu pra lá na hora”, contou a avó.

Edir disse que Ágatha era uma menina muito simpática, falava com todo mundo, e acredita que isso tenha facilitado o crime.

“Todo mundo conhecia ela. Ela estava brincando do lado de dentro do quintal. Lá tem portão. Não sei se deixaram aberto e ele a chamou, e ela foi. Ela era uma criança muito ‘dada’. Eu brigava, falava que ela não tinha que falar com quem não conhece (…) Minha menina era tão bonita, ela era tão meiga, toda pessoa que via, ela abraçava, isso aí facilitou.”

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